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Tipos de solo e suas características + Apostila + Vídeo
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Estruturas de Contenção - Muros de Arrimo

Departamento de Estruturas e Fundações
DEFINIÇÃO
Muros são estruturas corridas de contenção de parede vertical ou quase vertical, apoiadas
em uma fundação rasa ou profunda. Podem ser construídos em alvenaria (tijolos ou pedras) ou
em concreto (simples ou armado), ou ainda, de elementos especiais.
Os muros de arrimo podem ser de vários tipos: gravidade (construídos de alvenaria,
concreto, gabiões ou pneus), de flexão (com ou sem contraforte) e com ou sem tirantes.
CONTEÚDO DA APOSTILA:
CONTEÚDO
1. Definição.....................................................................................................................................2
2. Tipos de Muros ............................................................................................................................2
2.1. Muros de Gravidade.............................................................................................................2
2.1.1. Muros de alvenaria de pedra ........................................................................................2
2.1.2. Muros de concreto ciclópico ou concreto gravidade ...................................................3
2.1.3. Muros de gabião...........................................................................................................4
2.1.3.1. Muros em fogueira (“crib wall”)..........................................................................5
2.1.4. Muros de sacos de solo-cimento ..................................................................................6
2.1.5. Muros de pneus ............................................................................................................8
2.1.6. Muros de Flexao ..........................................................................................................9
3. Influência da Água.....................................................................................................................11
3.1. Sistemas de Drenagem.......................................................................................................12
4. Estabilidade de Muros de Arrimo ..............................................................................................19
4.1. Cálculo dos esforços Rankine x Coulomb .........................................................................20
4.2. Método construtivo ............................................................................................................23
4.3. Parâmetros de resistência...................................................................................................23
4.4. Segurança contra o Tombamento.......................................................................................24
4.5. Segurança contra o Deslizamento ......................................................................................25
4.6. Capacidade de Carga da Fundação ....................................................................................29
4.7. Segurança contra a Ruptura Global ...................................................................................31
4.7.1. Método das Fatias - Fellenius ....................................................................................32
5. Exemplos de Dimensionamento.................................................................................................34
6. Apendice I – detalhes construtivos para muros de pneus ..........................................................41
6.1. Materiais............................................................................................................................41
6.2. Dimensionamento ..............................................................................................................43
6.3. Execução...........................................................................................................................43
DOWNLAOD DA APOSTILA AQUI
Apostila: Introdução à Mecânica dos Solos

Professor: Luciano Pivoto Specht
Disciplina de Mecânica dos Solos I
Ementa:
- Definições preliminares;
- Origem e formação dos solos;
- Composição; fases constituintes e minerais argiliticos;
- Textura, forma e estrutura dos solos;
- Plasticidade e consistência dos solos;
- Sistemas de classificação de solos;
- Compactação;
- Hidráulica dos solos;
- Tensões geostáticas, propagação de tensões;
- Adensamento e recalque;
- Resistência ao cisalhamento;
- Comportamento de materiais argilosos;
- Comportamento de materiais arenosos;
- Aterros sobre solos moles.
Para acessar a apostila ou baixar CLIQUE AQUI
Apostila: Solos – Conceitos e Ensaios da Mecânica dos Solos
Apostila que trata não só sobre Classificação dos Solos para Fins Rodoviários, mas também sobre Solos – Conceitos e Ensaios da Mecânica dos Solos
Para visualizar ou salvar CLIQUE AQUI
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Propriedades Índices - Índices Físicos
Índices Físicos:
São relações entre as diversas fases do solo (sólida, líquida e gasosa) em termos de massa e
volume; procuram caracterizar as condições físicas em que um solo se encontra.
Relações entre volumes mais utilizadas:
- porosidade (n): Definida pela relação entre o volume de vazios (Vv) e o volume total da amostra (V)n = Vv / V
- índice de vazios (e): Definido pela relação entre o volume de vazios (Vv) e o
volume de sólidos (Vs)
e = Vv / Vs
- grau de saturação (Sr): Representa a relação entre o volume de água (Vw) e
o volume de vazios (Vv), para um mesmo volume de solo
Sr = Vw / Vv
Relação entre massas mais utilizada:
- teor de umidade (w): Relação entre a massa da água (Mw) e a massa de
sólidos (Ms) presentes na amostra
w = Mw / Ms
Relações entre massas e volumes mais utilizadas:
- massa específica natural ou massa específica do solo (γ): relação entre a
massa do elemento (M) e o volume deste elemento (V)
γ = M / V
- massa específica dos sólidos (γs): relação entre a massa dos sólidos (Ms) e o
volume ocupado por esses sólidos (Vs)
γs = Ms / Vs
- massa específica da água (γw)
γw = Mw / Vw
(A massa específica da água é função da temperatura)
SOLOS – Conceitos e Ensaios da Mecânica dos Solos
Solos são materiais resultantes da decomposição das rochas pela ação de agentes de
intemperismo.
Para fins de pavimentação considera-se como solo todo material inconsolidado ou
parcialmente consolidado, inorgânico ou não, que possa ser escavado sem o emprego de
técnicas especiais, como por exemplo explosivos.
Os solos podem ser: residuais, transportados ou superficiais:
– Solos residuais: permanecem no local de formação
- O tipo de solo é resultante da rocha mãe
– Solos transportados: são retirados do local de formação por algum agente
transportador
- coluvionais: transportados pela gravidade
- aluvionais: transportados pela água
- eólicos: transportados pelo vento
– Solos superficiais: resultantes da ação de agentes naturais sobre os solos
residuais e transportados
Objetivo do estudo dos solos para a construção de estradas:
– conhecer a totalidade de suas propriedades físicas e químicas, pois é com os
solos e sobre os solos que são construídos os pavimentos
– como o conhecimento dessa totalidade de propriedades é caro e demorado,
procuram-se inferir tais propriedades a partir de outras mais simples, mais
gerais e mais facilmente determináveis, denominadas propriedades índices
Na mecânica dos solos, adotam-se como propriedades índices:
– as propriedades físicas dos solos mais imediatas, tais como:
- granulometria
- plasticidade
- atividade da fração fina
2
– as propriedades relacionadas à compacidade, à consistência e à estrutura dos
solos
Através dos resultados obtidos com o uso dos conhecimentos provenientes da mecânica dos
solos, pode-se:
- inferir propriedades mais particulares dos solos
- classificar os solos em grupos, com o objetivo de inferir seu
comportamento
O que é TALUDE?
NATURAIS E ARTIFICIAIS:
Talude natural é aquele que foi formado naturalmente pela natureza, pela ação geológica ou pela ação das intempéries (chuva, sol, vento, etc.).
Talude artificial é aquele que foi construído pelo homem. Encontramos taludes artificiais nas minas a céu aberto, nas barragens de reservatório de água,nas laterais de estradas e ruas, na escavação de um vala para assentamento de tubo de água e até nos fundos das casas construídas em local em aclive (terreno subindo) ou declive (terreno descendo).
CORTE E ATERRO:
Talude de corte é aquele que se forma como resultado de um processo de corte, de retirada de material.
Talude de aterro é aquele que se forma como resultado da deposição, da terraplenagem e de botas-fora.
PARTES DE UM TALUDE:
Crista é a parte mais alta do talude.
Pé é a parte mais baixa do talude.
Altura (H) é a diferença de cota entre a crista e o pé.
Ângulo ou inclinação é o ângulo, em graus, entre a horizontal e a reta média entre a crista e o pé e é representado pela letra grega teta (q).
Corpo ou maciço do talude é a parte interna do talude e é a parte em que geológos e engenheiros estudam a sua constituição, isto é, que tipo de material (argila, silte, areia, rocha, etc.) e suas propriedades como coesão, limite de plasticidade, etc.
São estas características que irão definir a inclinação de um talude natural. Terrenos rochosos suportam bem os taludes e podem apresentar ângulo acentuado como 80~90 graus e em contrapartida terrenos arenosos não gostam muito de taludes inclinados e apresentam ângulos pequenos como 20~30graus.
Rede de Percolação é a rede, ou desenho da rede, a trajetória que a água faz dentro do maciço do talude. Uma parte da rede é constituída de água que infiltra no terreno em áreas próximas do talude e outra parte da rede é constituída de água que infiltra em locais distantes, até vários quilometros de distância, e chegam até o talude.
Mina ou bica é o afloramento de água no talude. Águas que infiltram no terreno e que percolam pelo maciço do talude afloram à superfície, geralmente, no pé do talude.
